Por que estamos aqui?

O universo, infinito, uma estrutura tão perfeitamente ordenada em que até a mais mínima partícula tem uma determinada função. Todos somos universo, todos formamos parte dele. O universo é o conjunto de tudo o que existe.

Tão imenso é que segundo Frank Drake (astrônomo estadunidense) disse faz ao menos meio século que somente na Via Láctea, por simples estatística poderia albergar uma grande quantidade de planetas habitáveis. E estava correto, em 2009 a NASA enviou um satélite artificial chamado Kepler que orbita ao redor do sol. Este satélite deve encontrar exoplanetas (planetas que se encontram fora de nosso sistema solar). Segundo O Mundo, até agora se tem encontrado entre 100.000 e 400.000 milhões de estrelas na Via Láctea que orbitam na zona habitável. Com estas cifras podemos nos imaginar que poderíamos não ser os únicos no universo e que poderia haver mais espécies inteligentes melhor ou pior evoluídos que a espécie humana.

Os grandes filósofos gregos como os pré-socráticos se perguntaram qual é a origem de tudo o real (a isto o chamaram de arjé). As perguntas que todas as pessoas nos têm feito alguma vez ao chegar à adolescência (já que é quando começamos a pensar por nós mesmos e a forjar nosso caráter) o ao sermos adultos seguramente são:

- Existe realmente Deus?

- Como pode existir algo sem haver sido criado antes?

- O universo é infinito?

E a mais importante:

- Que função eu desempenho neste mundo?

Às demais perguntas eu não posso responder, talvez ninguém neste planeta seja capaz de fazê-lo. Mas, a última intentarei vos responder com muito gosto, sobretudo porque eu também me tenho feito.

Para começar fixemo-nos nas abelhas, estes insetos minúsculos que produzem esse mel delicioso. Sem as abelhas a vida sobre a terra seria totalmente impossível. A. Einstein disse: “Ao homem sobraria somente quatro anos de vida. Sem abelhas, não há polinização, nem erva, nem animais, nem homens”.

Estes seres tão minúsculos e com aparência insignificante são os que fazem possível toda vida sobre nosso enorme planeta. Haverá alguns que dirão: Sim, todos temos nossa função, mas alguns são mais importantes que outros”. Talvez, mas jamais há que subestimar tudo o que uma pessoa é capaz de fazer. Um provérbio chinês diz: “O esvoaçar de uma borboleta pode provocar uma tsunami ao outro lado do mundo”. Como é isto possível? O que esvoaçar da borboleta provocará uma pequena mudança inicial que por reação em cadeia se converteria no tsunami. Por outro lado, toda mudança por muito pequeno que seja pode resultar extremadamente importante.

A função de cada um a escolhemos livremente por nossa conta. Um adágio marinheiro diz:

“Não há bom vento para quem não sabe a donde vai”.

 

 

 

Por tanto, o que não sabe a donde vai, aquele que não tenha um objetivo próprio que cumprir seu sonho de toda a vida por assim dizer. Esta pessoa é uma pessoa perdida. O primeiro que terá que fazer, é saber quem é em realidade, conhecer-se a si mesmo, e ainda que creiamos que conhecemos que sabemos, o que gostamos e o que não gostamos, poderíamos estar equivocados.

Talvez toda a vida que tem passado a fazer tudo o que queriam os outros não tem querido ser diferente porque cremos que estava mal, não tem deixado fluir tua imaginação. Assim que descobre como és na realidade e então saberás o que de verdade queres fazer, não há que ir em contra da corrente do rio já que assim custará mais a chegar à margem. Não deixes que influenciem em teu caráter, pois assim não cumprirás o objetivo que desejas na realidade.

Autor:

Daniel Musteata.

Fonte: http://iluminando.org/2015/10/17/por-que-estamos-aqui/.

Tradução livre feita por: Juarez de Oliveira Castro.