Quando o Irmão parou de se reunir

Quando o Malhete parou de tocar e o Templo fechado temporariamente, e ninguém mais abriu o Livro da Lei.  Também não foram abertas as obras. Todos ficaram confinados. 

 

O Maçom não podia mais apertar as mãos para tocar e trocar energias, nem podia se aproximar um do outro para dizer a palavra de carinho e de amizade. 

 

O templo vazio, o pavimento deserto. No entanto, a Maçonaria não está morta. Ela está viva, se ela viver no coração pulsante de cada Irmão, a corrente não se romperá, a energia verdadeira fluirá como água em um riacho, e a mente nunca parará de funcionar. 

 

O Mestre, com seu amor ao próximo, aprendeu que tudo fazia sentido. Para um Mestre encontrar em silêncio o momento de reflexão e contato com o espiritual, seu silêncio é uma voz e sua voz é um guia.

 

Ainda estamos vivos Irmãos. Vivos e unidos, em igualdade e fraternidade. Não esqueçamos de que cada um é um templo. Vamos mantê-lo impecável, até o belo dia em que dermos as mãos novamente para formar a corrente que hoje é formada apenas com nossos corações.

 

Um TFA.

(Este texto foi adaptado do texto enviado pelo Irmão Juan Manuel Carro Fernández da ARLS∴ "Unión y Progreso" Nº 9 do Oriente de Encarnación-Paraguay).

 

 Juarez de Oliveira Castro

 Mestre Maçom (Instalado)

 Loja "Alferes Tiradentes" Nº 20

 Sob a obediência da Grande Loja de Santa Catarina

"Quando você ajuda alguém a subir a montanha, você alcança o topo com ele"

"A Iniciação é o começo para se chegar ao fim do objetivo da criação do homem por Deus"

Juarez de Oliveira Castro

"A verdade deve manifestar-se em nossos pensamentos, nossas palavras e nossas ações"
 
Mahatma Gandhi
"Jamais permita que os nós tapem a vista da janela, pois será através dela que enxergaremos a oportunidade dos laços!"

 

Áureo dos Santos