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Planejamento Estratégico da A.·. R.·. L.·. S.·. "Alferes Tiradentes" Nº 20
Do real ao pretendido

Áureo dos Santos
Ingo Louis Hermann
Organização e Redação
Áureo dos Santos - Ingo Louis Hermann
Facilitadores da Oficina
Áureo dos Santos - Ingo Louis Hermann
Revisão
Ivo Zimmermann
Capa e Prefácio
Eleutério Nicolau da Conceição



Prefácio
A Loja Alferes Tiradentes decidiu desenvolver seu planejamento estratégico.
A instituição maçônica enfatiza a necessidade de disciplina e organização do pensamento na prática da Arte Real, a arte do bem-viver, do viver harmônica e produtivamente, em contínua autoconstrução. Nada mais lógico, então, que os obreiros de uma loja maçônica gastem todo o tempo necessário para repensar sua instituição, seus objetivos e atuação, bem como o papel de cada um dentro deste complexo contexto.
Em várias reuniões de trabalho um grupo de diligentes irmãos dedicou-se a essa árdua, mas necessária e produtiva tarefa. Coordenados por competentes e experientes irmãos, foram definidos termos, traçados objetivos e metas produzindo como resultado este livro. Nele se encontram registrados a compreensão do presente e aspirações quanto ao futuro, com o preciso traçado do caminho a percorrer para alcança-las. Mas este foi apenas o primeiro passo. A execução do planejamento desenvolvido dependerá do envolvimento consciente de todos, da decisão de assumir plena responsabilidade pela prática individual dentro do contexto geral, visando sempre o bem comum.
É importante compreender que a maçonaria não é uma forma etérea, imaterial, capaz de por si mesma atuar. A atuação da instituição sempre dependeu e dependerá de cada obreiro.
A nós cabe a tarefa e responsabilidade de alcançar os alvos estabelecidos. É hora então de arregaçarmos as mangas, tomar os instrumentos de trabalho e nos dedicarmos a essa empreitada, aplicando com sabedoria toda nossa força e vigor nessa arquitetura, que transita do real ao pretendido, para que a beleza da obra seja manifesta em uma construção justa e perfeita.
Eleutério Nicolau da Conceição
Sumário
| Apresentação | 10 |
| 1. Orientação Teórica, Conceitual, Pedagógica e Metodológica | 12 |
| 1.1 Orientação Teórico-Conceitual | 16 |
| 1.2 Orientação Pedagógica | 18 |
| 1.3 Orientação Metodológica | 19 |
| 2. Identidade Institucional | 20 |
| 2.1 Objeto | 21 |
| 2.2 Missão | 21 |
| 2.3 Visão | 22 |
| 2.4 Valores | 22 |
| 3. Análise de Ambientes | 23 |
| 4. Stakeholders | 26 |
| 5. Diagnóstico Estratégico | 28 |
| 6. Mapa Estratégico | 30 |
| 6.1 Fatores-chave de Sucesso | 31 |
| 6.2 Diretrizes Estratégicas | 32 |
| 6.3 Objetivos Estratégicos e Metas Estratégicas | 33 |
| 7. Indicadores de Desempenho | 35 |
| 7.1 Indicadores de Processo | 36 |
| 7.2 Indicadores de Estrutura | 37 |
| 7.3 Indicadores de Resultado | 37 |
| 7.4 Indicadores de Aprendizagem | 38 |
| 8. Considerações Finais | 39 |
| Biliografia | 41 |

Apresentação
“Assumir uma atitude responsável perante o futuro sem uma compreensão do passado é ter um objetivo sem conhecimento. Compreender o passado sem um comprometimento com o futuro é conhecimento sem objetivo.” (Ronald T. Laconte).
Este livro apresenta o resultado, em síntese, do Planejamento Estratégico da A.·.R.·.L.·.S.·. Alferes Tiradentes no 20, sob os auspícios e registrada sob o número 20 na Grande Loja de Santa Catarina. Este trabalho de planejamento estratégico
é fruto da participação ativa e comprometida de Irmãos do quadro da Loja.
O Planejamento, em seu plano inicial, materializou-se por meio da realização de duas Oficinas de Planejamento Estratégico,
a primeira no dia 19/10/2013 e a segunda no dia 22/10/2013,
cujo objetivo central consistiu em possibilitar que a Loja Alferes Tiradentes no 20, de forma competente, isto é, à luz
da competência cognitiva, tecnológica e comportamental possa melhor gerir o seu presente e alcançar um estado
futuro desejado, combatendo fragilidades (pontos fracos e ameaças) e estimulando potencialidades (pontos fortes e oportunidades), condicionados por fatores-chave de sucesso e orientados por diretrizes, objetivos, metas e planos de ação. Isto só foi possível em razão do diálogo, da discussão hábil e do debate construtivo que culminou na pactuação e legitimação de sonhos, pulsões e desejos para a Loja Alferes Tiradentes no 20, em respeito à expressão da vontade coletiva dos Irmãos da Loja, investidos de altas doses de otimismo e entusiasmo.
Determinadas especificidades inerentes aos capítulos 3, 4 e 5, respectivamente: Análise de Ambientes, Stakeholders (Interessados) e Diagnóstico Estratégico, não foram publicadas, pois dizem respeito exclusivamente às necessidades internas da Loja.
Este livro reflete a expressão dessa vontade ao declararmos coletiva e participativamente alguns dos elementos legitimados na Oficina tais como: Objeto, Missão, Visão, Valores, Stakeholders (Interessados), Análise dos Ambientes Interno e Externo, Fatores-Chave de Sucesso, Diretrizes Estratégicas, Objetivos Estratégicos, Metas Estratégicas, Planos de Ação e Indicadores de Avaliação da A.·.R.·.L.·.S.·. Alferes Tiradentes nº 20. O desafio está lançado, portanto, ao trabalho meus Irmãos, pois ele está apenas começando!

1.1 Orientação Teórico-Conceitual
Pensar em Planejamento Estratégico significa gerenciar com competência o aqui e o agora, bem como, predizer o futuro desejado em curto, médio e longo prazo.
O Planejamento Estratégico em curso, desencadeado pela A.·.R.·.L.·.S.·. Alferes Tiradentes n° 20, no plano teórico- conceitual, está orientado pela lógica do Planejamento Estratégico e pelo Método de Planejamento Estratégico preconizado por Carlos Matus denominado Planejamento Estratégico Situacional.
Parafraseando Philip Kotler, planejamento estratégico é o processo gerencial de desenvolver e manter uma direção estratégica que alinhe prioridades, objetivos, metas e os recursos da instituição com suas mutantes oportunidades na sociedade e na humanidade.
1.1 Orientação Teórico-Conceitual
Pensar em Planejamento Estratégico significa gerenciar com competência o aqui e o agora, bem como, predizer o futuro desejado em curto, médio e longo prazo.
O Planejamento Estratégico em curso, desencadeado pela A.·.R.·.L.·.S.·. Alferes Tiradentes n° 20, no plano teórico- conceitual, está orientado pela lógica do Planejamento Estratégico e pelo Método de Planejamento Estratégico preconizado por Carlos Matus denominado Planejamento Estratégico Situacional.
Parafraseando Philip Kotler, planejamento estratégico é o processo gerencial de desenvolver e manter uma direção estratégica que alinhe prioridades, objetivos, metas e os recursos da instituição com suas mutantes oportunidades na sociedade e na humanid
Sob esse prisma o que o planejamento da Alferes Tiradentes n ° 20, não deve ser:
-
Não deve ser considerado tão somente um plano, mas, sim, um processo com diversas atividades que precisam ser desenvolvidas de forma planejada, contínua e permanente.
-
Não é tarefa dos planejadores, mas, sim, de todos os atores envolvidos e comprometidos com o processo.
-
Não é uma mera declaração de intenções, mas, sim, um portfólio de objetivos e metas factíveis e alcançáveis
a serem perseguidos com constância e coerência de propósito.
Por outro lado, o que o planejamento da Alferes Tiradentes n° 20, deve ser:
-
Um instrumento de gestão, promotor do desenvolvimento institucional.
-
Uma atitude permanente da instituição e da sua administração com o apoio incondicional dos seus Obreiros.
-
A maior riqueza que reside no processo de planejar em si.
-
A expressão pensada, pactuada e legitimada da vontade coletiva.
O processo de planejamento envolve o planejamento político, o planejamento estratégico e o planejamento operacional. O político abriga a determinação e a decisão em querer planejar. O estratégico aponta os melhores caminhos para a execução. E o operacional trata da execução propriamente.
O processo de planejamento se vincula ao triângulo de gestão, que, por sua vez, é composto por três atributos: Projeto de Gestão, Capacidade de Gestão e Gestabilidade (governabilidade). O Projeto de Gestão mobiliza vontades ao sensibilizar e eleger prioridades, inserindo-as na agenda positiva da instituição. A Capacidade de Gestão mobiliza recursos financeiros, tecnológicos, materiais,administrativos e humanos para prover e proporcionar a sua execução. A Gestabilidade ou Governabilidade identificaos fatores sobre os quais exercemos plena autonomia (alta gestabilidade ou governabilidade) ou pouca autonomia (baixa gestabilidade ou governabilidade) para controla-los e geri-los no curso da sua implantação e execução.
1.2 Orientação Pedagógica
No plano pedagógico, o Processo de Planejamento Estratégico da A.·.R.·.L.·.S.·. Alferes Tiradentes
no 20 adotou a linha da Aprendizagem Significativa.
Na Aprendizagem Significativa, busca-se sentido no que vemos, pensamos e fazemos por meio do diálogo, da discussão hábil e do debate construtivo.
A participação ativa e interativa dos sujeitos educativos
com envolvimento e comprometimento tem o poder de transcender ao transformar dado em informação, informação em conhecimento, conhecimento em saber e saber em sabedoria.
Por conta da aprendizagem significativa, o principal requisito reside em encontrarmos sentido no que fazemos, diante do que temos e do que queremos.
1.3 Orientação Metodológica
No campo metodológico, optou-se pelas metodologias ativas de aprendizagem, em especial, pela Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL) e pela problematização, quando nos
foi permitido analisar realidades inerentes à Loja Alferes Tiradentes, diagnosticar potencialidades e fragilidades,identificar fatores-chave de sucesso, teorizar sobre fatores fragilidades e potencialidades, além de aventar possibilidades de inserção na mesma realidade para transforma-la e mudá-la por meio de planos de ação e indicadores de avaliação.
Nesse sentido, a oficina proporcionou a prática dialógica e reflexiva em pequenos grupos e a produção ativa, participativa e reflexiva da síntese por meio de consensos pactuados e legitimados no grande grupo. Uma experiência singular no contexto do aprender a aprender, isto é, abertos a tudo e a todos.

O processo de diálogo, discussão hábil e debate construtivo, com ampla participação e interação, gerou o primeiro dosprodutos da Oficina: a Identidade da Loja, constituída pelo objeto, missão, visão e valores (veja a figura 1). O objetorevela o foco principal e essencial da Loja Alferes Tiradentes em todas as suas dimensões.
A missão declara a razão de existência da Loja, sua finalidade existencial.
A visão, por sua vez, expressa o que queremos ser, onde queremos chegar.
Por fim, os valores são os princípios que norteiam práticas e atitudes no âmbito da Ordem.
Identidade da Alferes Tiradentes: Objeto
Aperfeiçoamento pessoal em prol da humanidade.
Missão
Contribuir para o aperfeiçoamento moral, comportamental e intelectual da comunidade maçônica, vislumbrando a construção de uma sociedade mais livre, justa e fraterna.
Visão
Ser reconhecida como Loja de referência na comunidade maçônica.
Valores
Igualdade, Liberdade, Fraternidade, Família, Solidariedade, Ética, Moral, Justiça, União, Tolerância, Transparência, Conhecimento, Tradição, História da Loja, Respeito e Responsabilidade Maçônica.


O processo que envolve a análise dos ambientes interno e externo desenvolvido na Oficina possibilitou a identificação e o diagnóstico de fragilidades (pontos fracos e ameaças)
e potencialidades (pontos fortes e oportunidades). Ressalta-se que os pontos fracos e os pontos fortes se referem respectivamente às fragilidades (fraquezas) e às potencialidades (fortalezas) existentes dentro da Loja e sobre as quais possuímos maiores chances de plena ou considerável autonomia para enfrentá-los na busca de uma solução que possa minimizar ou eliminar seu impacto, no caso dos pontos fracos, ou enfatizá-los, demonstrando
a capacidade instalada da Alferes Tiradentes, no caso
dos pontos fortes. São fatores e acumulações que nos pertencem, nascem dentro da nossa instituição e se acumulam ao longo do tempo, movimentam-se no interior da nossa Ordem e nos afetam diretamente.
Por outro lado, ameaças e oportunidades se referem às realidades e possibilidades, contingenciais ou não, que estão fora da Loja, ou seja, não pertencem a Alferes Tiradentes e sobre as quais possuímos baixíssima autonomia na busca
de uma solução que possa, do mesmo modo, minimizar ou eliminar seu impacto, no caso das ameaças, ou enfatizá-las, aproveitando a capacidade instalada da Alferes Tiradentes, no caso das oportunidades, e que podem interferir positiva ou negativamente na Alferes.
Nesse contexto, a Oficina permitiu a identificação, diagnóstico e priorização de treze (13) fragilidades, sendo dez (10) pontos fracos e três (3) ameaças.
Também permitiu a identificação, diagnóstico e priorização de quatorze (14) potencialidades, sendo seis (6) pontos fortes e (8) oportunidades.

O conjunto de Stakeholders reflete a identificação de quem se interessa pela Loja Alferes Tiradentes, bem como, por quem a Loja Alferes Tiradentes se interessa, além da intensidade desse interesse por parte da Loja.
A eficiente identificação sobre quem se interessa por nós
e por quem nutrimos interesse consiste de um indicativo em potencial para construir consensos e fortalecer vínculos em prol da defesa e da conquista dos interesses da Loja
em quaisquer das dimensões possíveis (administrativa, ritualística, econômico-financeira, legal- normativa, social, cultura, espiritual, literária, etc.).
Assim, legitimamos como Stakeholders da Loja Alferes Tiradentes: nove (9) segmentos/organizações/pessoas
que se interessam pela Alferes Tiradentes e doze (12) segmentos, ou organizações ,ou pessoas por quem a Alferes nutre interesse.

A realização do diagnóstico estratégico nos permitiu identificar a relevância das fragilidades a serem, prioritariamente, enfrentadas, bem como, das potencialidades a serem, prioritariamente, mantidas e estimuladas.
Isto é, a partir do diagnóstico, estamos preparados para mobilizar vontades com o propósito de definir objetivos, metas e métodos; mobilizar responsáveis, prover recursos, sensibilizar, capacitar e executar; monitorar, controlar
e avaliar com o intuito de verificar se a execução do plano está convergindo com o alcance dos objetivos e metas pactuados; e agir de maneira a padronizar ou, corretivamente, para promover ajustes e retomar o melhor caminho para que os propósitos continuem sendo perseguidos com constância e coerência em razão do que foi planejado.
O diagnóstico estratégico realizado identificou nove (9) situações-problema a serem enfrentadas, por meio de quatro (4) objetivos estratégicos, quatro (4) metas estratégicas e quatro (4) ações de solução, que foram detalhadas em quatro (4) planos de ação.

6.1 Fatores-Chave de Sucesso
A conformação dos fatores-chave de sucesso significa predizer que investir nos fatores delimitados e legitimados pode se traduzir em processos de trabalho bem produzidos (eficiência), em resultados alcançados de acordo com o planejado (eficácia), além do sentido de permanência, constância e sintonia fina entre objetivo, meta, execução, avaliação e resultado alcançado (efetividade).
Torna-se prudente que os fatores-chave de sucesso sejam incorporados, adotados e praticados, pois, assim, quem sabe, seremos capazes de fazer diferente, e a diferença em torno do nosso objeto: o aperfeiçoamento pessoal em prol da humanidade.
Fatores-Chave de Sucesso da Alferes Tiradentes
-
Transparência plena sobre, para e com tudo e todos.
-
Equilíbrio orçamentário-econômico-financeiro.
-
Foco, coerência e constância para com objetivos, metas e métodos pactuados.
-
Indicação e seleção eficiente de profanos.
-
Fidelização dos Irmãos/obreiros do quadro.
-
Identidade, Ritualística e Liturgia fortes e marcantes.
-
Racionalidade Plena (Razão Funcional = obediência aos Landmarks, estatuto, regimento interno, regulamentos + Razão Substantiva = o livre e aceito arbítrio para ver, pensar, expressar-se e agir, segundo princípios e crenças pessoais no contexto da Maçonaria). “Pensar para acertar, calar para resistir e agir para vencer”.
6.2 Diretrizes Estratégicas
Sob a égide dos fatores-chave de sucesso estão as Diretrizes Estratégicas.
São elas que oferecem o norte para que possamos trilhar os melhores caminhos. São as Diretrizes Estratégicas que nos atualizam sobre a direção que estamos seguindo. É a nossa bússola, utilizada para evitar os descaminhos.
Diretrizes Estratégicas da Alferes Tiradentes
1. Investir na racionalidade legal, técnico-administrativa e humana da Loja, a ser praticada com transparência e responsabilidade maçônica sob a égide dos preceitos morais e éticos instituídos.
2. Perseguir com constância e coerência de propósito, bem como cumprir e fazer cumprir tudo o que for legitimado e pactuado no Planejamento Estratégico da Loja Alferes Tiradentes no 20.
3. Controlar e avaliar periodicamente a condução do Planejamento Estratégico em relação à constância e coerência do que foi legitimado e pactuado.
6.3 Objetivos Estratégicos e Metas Estratégicas
Uma vez definidos os caminhos, ao longo dos quais perseguiremos os objetivos e metas pactuados e legitimados, torna-se necessário trilhá-los com prudência, temperança e responsabilidade maçônica. Passo a passo, par e passo, unidos, fortalecidos e orientados pelos planos de ação, estaremos percorrendo o longo caminho curto em detrimento do curto caminho longo.
Com esse enfoque, a Oficina de Planejamento Estratégico da Loja Alferes Tiradentes delimitou quatro (4) objetivos estratégicos e quatro (4) metas estratégicas, conforme registra o quadro a seguir.
Quadro1 – Objetivos Estratégicos e Metas Estratégicas delimitados na Oficina de Planejamento Estratégico Maçônico da A.·.R.·.L.·.S.·. Alferes Tiradentes nº 20.
|
Objetivo Estratégico |
Meta Estratégica |
|
Elaborar Manual de Rotina da Loja Alferes Tiradentes, estabelecendo todos os pontos e os processos de comunicação, principais processos de trabalho, controle, avaliação e fiscalização. |
Junho de 2014 |
|
Elaborar agenda anual positiva da Loja Alferes Tiradentes, contemplando encontros extra-loja como estratégia para agregar, integrar, interar e fortalecer vínculos. |
Dezembro de 2013 |
|
Elaborar, instituir e institucionalizar Cartilha de Critérios para melhor orientar e sensibilizar Irmãos/ Obreiros apoiadores, proporcionando uma melhor seleção de profanos a serem iniciados na Loja Alferes. |
Junho de 2014 |
|
Construir Templo Próprio para a Loja Alferes. |
1º de julho de 2018 |

Indicadores de desempenho indicam, entre outros, o quanto determinado plano de ação converge para o alcance dosobjetivos e das metas de forma eficiente, eficaz e efetiva. Indicadores da qualidade indicam se a dimensão humana, tecnológica e comportamental se apresentam em sintonia com o Planejamento Estratégico.
Avaliar desempenho e a qualidade significa julgar para controlar, autoavaliar, melhorar continuamente e
avaliar administrativamente, a fim de obter os melhores resultados com a maior satisfação de todos os envolvidos e comprometidos no processo.
7.1 Indicadores de Processo
Avaliam todos os processos de trabalho inerentes aos quatro (4) planos de ação legitimados.
Indicadores:
• Número de reuniões de trabalho realizadas. • Assiduidade nas reuniões de trabalho.
• Cumprimento do cronograma aprazado.
• Nível de conclusão das atividades pactuadas.
7.2 Indicadores de Estrutura
Avaliam, se o provimento oferecido para a execução dos planos de ação, é decorado de suficiência:
Indicadores:
-
Suficiência de pessoas nas frentes de trabalho
-
Suficiência de suporte tecnológico
-
Suficiência de suporte administrativo
-
Suficiência de suporte financeiro
-
Suficiência de instalações físicas para as reuniões das frentes de trabalho
7.3. Indicadores de Resultado
Avaliam se os resultados alcançados convergem com objetivos e metas pactuados e legitimados.
Indicadores:
• Nível de alcance de objetivos e metas.
• Nível de satisfação dos integrantes das frentes de trabalho com os resultados obtidos.
7.4 Indicadores de Aprendizagem
Avaliam a suficiência de aprendizagem para a realização das atividades e execução dos planos de ação.
Indicadores:
-
Suficiência de capacitação
-
Nível de envolvimento e comprometimento
-
Nível de otimismo e entusiasmo
-
Nível de Satisfação de todos os envolvidos e comprometidos com o Planejamento Estratégico Maçônico da Alferes em sua plenitude.

Sem que paire qualquer dúvida, ousa-se afirmar que esta obra foi uma das últimas atitudes que praticamos pela primeira vez em prol da Maçonaria. O espírito de entrega, otimismo, entusiasmo, amizade e a densidade produtiva empreendidos em todos os momentos da construção do Planejamento Estratégico da A.·.R.·.L.·.S.·. Alferes Tiradentes no 20 foi contagiante.
O primeiro degrau da escada foi alcançado. O Planejamento Estratégico da Alferes Tiradentes está legitimado e prontopara ser executado. Portanto, desafiadores degraus aguardam por todos os seus Obreiros, e cada qual galgado com o apoio do trabalho em equipe, revestido de otimismo e entusiasmo, envolvimento e comprometimento, pois juntos vamos mais longe, porque somos mais fortes.
Que a prática do Planejamento Estratégico da A.·.R.·.L.·.S.·. Alferes Tiradentes no 20 possa se configurar como mais
um elemento agregador de sonhos, desejos e pulsões, mobilizador de vontades, construtor de consensos e fortalecedor de vínculos em prol do nosso objeto maior: o aperfeiçoamento pessoal em prol da humanidade. Para isso, precisamos percorrer o longo caminho curto, em detrimento do curto caminho longo. Isto é, a construção ativa e participativa pautada em decisões e ações planejadas, executada, monitoradas e avaliadas com responsabilidade solidária e maçônica acima de tudo.
Ao trabalho meus Irmãos! Afinal, ele já começou!
Bibliografia
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COSTA, Eliezer Arantes da Costa., “Gestão Estratégica”. São Paulo: Saraiva, 2002
DRUCKER, P. Administração: Tarefas, Responsabilidades e Práticas, São Paulo, Ed. Pioneira, 1975, vol. 1.
HAMPTON, D. R. Administração Contemporânea, 3a ed., São Paulo, Ed. McGraw- Hill, 1992, p. 198.
HELDMAN, kim., “Gerência de Projetos”. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
HUERTAS, F. Entrevista com Carlos Matus - O Método PES, 1a ed., São Paulo, Ed. FUNDAP, 1996, p.12
JURAN, J.M. Planejamento para a qualidade. São Paulo: Pioneira, 1992.
KAPLAN, Robert S., NORTON, David P. “A estratégia em Ação : Balanced Scorecard”. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
KAPLAN, Robert S., NORTON, David P. “Organização orientada para a estratégia”. Rio de Janeiro: Campus, 2001
MATUS, C. O Método PES - Roteiro de Análise Teórica, São Paulo, Ed. FUNDAP, 1996, p. 6. (Mimeografado)
MEHRY, E. E. Razão e Planejamento, 1a ed., São Paulo, Ed. HUCITEC, 1994, p.118.
REBOUÇAS, Djalma de Pinho., “Planejamento Estratégico: Conceitos metodologia práticas”. São Paulo: Atlas, 2001.
TAVARES, Mauro Calixta., “Gestão Estratégica”. São Paulo: Atlas, 2000.



