Segue o obreiro venturoso
O caminho entre a terra e o céu
Vez que destro, habilidoso,
Com as mãos, no maço e cinzel
No canteiro um talentoso,
Que não se inebria com laurel
Na sociedade prestimoso
Em ambos, sem qualquer labéu
Empenhado e cuidadoso
Que transmute o fel em mel
O vicioso em virtuoso
Com compasso, lápis e cordel
E o bom malhete frutuoso
Senta-se ao trono, sob o dossel!